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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Onde-Me-Há-Garras

Mesmo que eu te arranhe os quadris
Não me abandones
E não olhe nos meus olhos
Não me domes

A minha alma é xucra
E corcoveia
Nem sonhes em por nela tua espora:

Saboreia...

...A suave brisa do teu cavalgar
Sobre mim, é meu sopro entre teus seios
Desnudos
Onde pouso meu olhar
Meu toque leve a te manipular
E veio
O que não posso evitar
Contrai...
E vem teu corpo em mim, e o teu pulsar

É hora

Agora é hora tua de orar
Fluir profano verbo e sentenciar

vem... Vem... VEM...!
E implores minha vez de derramar.

(.:Ricardo Vieira:.)

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