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domingo, 13 de julho de 2008

Jazigo dos Justos

Já me acostumei a estranhar
A sempre vaga condição que me abomina
Na imobilidade que já me domina
Ao Ver o meu horror se materializar
Inevitável fim do que nunca termina
Na morte do que não se pode exterminar
A variável que se oculta pela rima
Já não consegue em canto algum se ocultar
Onde é a casa da verdade, feia e torta?
Restou alguma intimidade a devassar?
Gracejo torpe em minha face meio morta
Em face desse teu amor a me açoitar.

Um comentário:

  1. Sua produção escrita me surpreende, permita estar na sombra e na luz que se projeta, configuração dessas faces que desenhas nessas palavras...

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